As escolas públicas estaduais nota-zero de SP.


São 1028 escolinhas nota-zero na 3ª série do ensino médio…
São 2323 escolinhas de 1,99 na 3ª série do ensino médio…
E ainda poderia ser pior, pois nem todos os alunos fazem a “prova obrigatória” (sic)…

O governo de SP está divulgando as notas das escolas no SARESP-2011(Sistema de Avaliaçãodo Rendimeno Escolar de SP. Estas notas servem para calcular o IDESP (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), usado inclusive para derminar o bônus de funcionários, professores e direções escolares.
Como é deconhecimento até mesmo do “mundo mineral”, a educação no Estado de São Paulo é um completo desastre.
O próprio govrno considera que uma nota mínima aceitável sria 4,0… Mas apenas 12 escolas igualaram ou superaram esta nota na 3ª série do ensino médio… das 3351 escolas que tem o ensino médio, 3339 escolas ficaram com nota abaixo de 4,0…
- A nota média das escolas na 3ª série do ensino médio foi 1,78 (a nota mínima aceitável é 5,0);
- A nota média das escolas no 9º ano do ensino fundamental foi 1,78 (a nota mínima aceitável é 6,0);

Alguém sabe o nome do atual secretaariao estadual de educação de SP? E o nome dos secretários anteriores?
Quem é que manda (e desmanda) na secretaria estdual de educação? O secretário ou o “assistente social” que está lá há mais de 4 anos???

Observação importante: mais uma vez a Secretaria de Educação de SP sonegou a informação relativa a quantos alunos estavam matriculados na respectiva série avaliada da escola em 2011. Embora a prova do Saresp seja obrigatória, sabemos que é muito comum os alunos “mais fracos” serem desestimulados a fazerem esta prova. Isto faz com que a nota da escola seja “melhorada” de forma fantasiosa. Uma “nota maior” garante um bônus extra para funcionários, professores e direçãoescolar…
Mas esta enganação vai acabar no dia 18 de maio de 2012, pois nesta daa entra em vigor a Lei de Acesso à Informação (lei federal 12527 de 18 de novembro de 2011). Com essa lei federal o governo de SP será obrigado a publicar todos os dados que não forem sigilosos, incluindo o número de alunos matriculados “por série” em cada escola; e tambem os números da violência praticada pelas escolas contra os alunos, violências praticadas por funcionários, professores e direção escolar. Mas isto já merece um outro artigo…

São Paulo, 02 de abril de 2012.
Mauro Alves da Silva

http://movimentocoep.ning.com/

Ministério da Educação vai colocar 1 milhão e 600 mil chips nos uniformes dos professores.

1º/04/2012 0h1min – Atualizado em 1h04 horário de outono.

Ministério da Educação vai colocar 1 milhão e 600 mil chips nos uniformes dos professores.

Tecnologia permite que assiduidade de professores seja monitorada diariamente.
Novidade vai ser implantada primeiro na Cidade de São Paulo.

Agência de Notícias ABCNews

Tatius Mario Pirita

O Ministro Aluízio Mercadante anunciou em entrevista coletiva que o governo federal vai fornecer gratuitamente 1,6 milhão de chips para monitorar o tempo efetivo que os professores passam na sala de aula das escolas públicas. “É inadmissível que tenhamos aulas de 40 minutos, 30 minutos ou menos… tem até casos de professores que assinam o ponto, mas nem vão à escola”, disse o ministro.

O Ministro esclareceu ainda que o projeto visa garantir prioritariamente a permanência dos professores nas salas de aula para evitar possível desvio de função, uso de drogas ou mesmo trabalho paralelo em escola privada. “Quando chamávamos os pais para reuniões, percebíamos que eles ficavam surpresos quando se falava sobre a falta dos professores de seus filhos. Deixar o filho na porta da escola não é garantia de que ele terá aulas. Muitos professores assinam o ponto, mas não ficam na sala de aula e nem na escola. Outros professores nem vão à escola e passam o dia toda vendendo aulas nas escolas particulares ou mesmo envolvendo-se com drogas. A concepção é de que lugar de professor é na sala de aula, até mesmo para combater o trabalho paralelo na escola privada”.

Chips estão inseridos no escudo da escola ou na manga do avental dos professores (Foto: Divulgação/MEC)

Todos os pais terão os telefones cadastrados e receberão alerta via celular sobre a entrada ou saída do professor na sala de aula de seus filhos.

Leia mais:

TI – Tecnologia da informação na educação – A grande novidade educacional no Brasil do Século 21 vai ser utilizar uma invenção revolucionária para aumentar o nível de ensino/aprendizagem nas escolas públicas: óculos para todos.

Divulgação: Movimento Comunidade de Olho na Escola Pública

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1º de abril de 2012.

Jogar fora livros não pode. Jogar crianças para fora da escola pode?

Sabe daquela diretora que jogou fora 400kg de livros? Ela foi suspensa, está sendo investigada e pode ser demitida a bem do serviço público.

Sabe daquelas diretoras que diariamente jogam fora da escola milhares de crianças sob a imoral e ilegal exigência de “uniforme escolar obrigatório”? Estas diretoras-ditadoras continuam atuando fora da lei e engordando os caixas das “máfias dos uniformes”.

A Constituição Federal garante o cesso e a permanência na escola pública.

O Grêmio SER Sudeste e o Movimento Comunidade de Olho na Escola Pública sempre utilizam a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (lei federal 8069/1990) para exigir que as nossas crianças tenham garantidos os seus direitos de acesso e permanência na escola pública gratuita perto de sua residência. Isto tem impedido uma série de abusos contra as crianças, inclusive a expulsão da escola pública, pois a falta de uniforme escolar –por exemplo – não pode anular um direito constitucional.

No caso do Estado São Paulo ainda temos a lei estadual 3913/1983, assinada na gestão do governador Mario Covas. Esta lei proíbe expressamente que a escola pública institua o uso obrigatório de uniforme escolar e também proibe que a escola cobre quaisquer taxas dos alunos e de seus pais.

Contra o uniforme. A favor da Nota Fiscal Paulista.

Mesmo com a Constituição Federal e as leis federais garantindo o acesso e a permanência nas escolas públicas, muitas direções escolares continuam expulsando alunos por falta do uso do “uniforme escolar” sem que as secretarias de educação punam administrativamente estas direções escolares, inclusive encaminhando os casos para o Ministério Público promover a competente ação criminal por constrangimento ilegal contra crianças e adolescentes (artigo 232 da lei federal 8069/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA).

Em vista da condescendência criminosa de diversas autoridades públicas na área da educação, estamos sugerindo aos alunos, às mães e aos pais que exijam a Nota Fiscal quando forem constrangidos a comprarem o uniforme escolar por dois motivos principais:

1) Exigir recibo com o CNPJ (Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas) de quem “vende o uniforme”. Toda venda com nota fiscal identifica a empresa através do seu CNPJ. Se a venda for feita pela APM (associação de pais e mestres) não haverá nota fiscal, mas o recibo deverá vir com o CNPJ da APM e assinado por um representante desta associação;

2) O “comércio” (compra e venda de produtos e serviços) é proibido nas repartições públicas em geral e nas escolas públicas. Destaque-se que “cantinas” e “lanchonetes” só podem ser instaladas nos prédios públicos mediante licitação previamente autorizada pelas autoridades competentes.

Informamos que estamos oficiando (comunicando) a todos os Procons (institutos e fundações de Defesa do Consumidor) para que fiscalizem se as escolas públicas estão garantido os direitos dos consumidores que compram ou compraram o “produto uniforme escolar”, inclusive se estas escolas estão exigindo fornecedor exclusivo, o que viola frontalmente o Código de Defesa do Consumidor (lei federal 8078/1990).

Por último, mas não menos importante, estamos aguardando a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação (lei federal 12527/2011) para que possamos divulgar os relatórios das ouvidorias sobre a “violência da escola” contra os alunos e também o resultado da sindicância feita pelo então governador José Serra em 2007: sindicância feita para identificar quais das 5 mil escolas públicas esstaduais de SP ilegalmente comercializavam uniformes escolares e também exigiam dos alunos o pagamento de uma série de taxas ilegais para “provas, carteirinhas, diplomas, passeios etc”.

São Paulo, 25 de março de2012.
Mauro Alves da Silva

http://movimentoCOEP.ning.com

Como fiscalizar e denunciar uma escola pública?


Infelizmente, o único meio efetivo para denunciar e punir uma má direção escolar é a imprensa. O caso da escola estadual EE Luiz Sérgio Claudino dos Santos (Brasilãndia,cidade de S. Paulo-SP) é exemplar. A diretora não viu nada de mais no caso de 400kg de livros da escola serem levados para o ferro-velho… foi preciso uma cobrança pública através da televisão para a Secretaria estadual de Educação de SP agir:
Educação
GABINETE DO SECRETÁRIO
CHEFIA DE GABINETE
Portaria do Chefe do Gabinete, de 14-3-2012
Designando, com fundamento no artigo 266, inciso II, da Lei 10.261/1968, com a redação dada pela Lei Complementar 942/2003, MARIA MARTA JANUÁRIO DA SILVA – RG 24.323.229, Diretor de Escola, na EE “Deputado Luiz Sérgio C. Santos”, localizada no Município de São Paulo, circunscrita à Diretoria de Ensino Região de Norte 1, para exercer atividades exclusivamente burocráticas junto à referida Diretoria de Ensino. (Processo: 2587/0000/2012).
(Publicado no Diário Oficial do Estado de SP de 15/03/2012, página 23).
O Movimento comunidade de Olho na Escola Pública sempre denuncia que não existem instanciais que garantam o efetivo controle social sobre as escolas públicas, escolas estas que não passam de pequenos feudos para diretores ditadores vindos diretamente da Idade Média.
O discurso da falta de participação dos pais é pua hipocrisia, pois as escolas públicas brasileiras criam todo tipo de dificuldade e atémesmo constrangimentos no sentido de dificultar e até mesmo impedir que os pais participem da gestão escolar.
A verdade é que as direções escolares não querem ser fiscalizadas e muito menos avaliadas. Neste contexto, a presença de mães e pais no cotidiano escolar é inaceitável para diretores-ditadores que violam diariamente os mais fundamentais direitos dos alunos em geral e das crianças em particular… isso para não dizer da improbidade administrativa caracterizada por descumprimento das leis, desvios de verbas ou simplesmente abusos de autoridade.
Desde 1997 o Movimento COEP desafia, a quem quer que seja, a apresentar uma única escola pública onde não aconteça pelo menos 2 das 20 violação mais comuns dos direitos dos alunos, tais como fraudes nas eleições do conselho de escola ou na APM, falta de grêmio estudantil, ilegais cobranças de taxas, professores que faltam e faltas de professores, ilegais suspensões e expulsões de aluno etc.
Tendo em vista notícias recentes dando conta de que as direções escolares estariam ameaçando ou até mesmo aterrorizando alunos, mães e pais que fazem denúncias contra estas más direções escolares, o Movimento COEP elaborou um roteiro simples para que possam ser feitas denúncias sem que os denunciantes incorram em “injúrias, calúnias ou difamações”.
Roteiro para Denunciar suspeitas ou confirmação de irregularidade/ilegalidades nas escolas públicas.
Parte 1 – Fiscalização.
Parte 1 – Fiscalização.
1) Requerer cópia do Regimento Interno da Escola;
2) Requerer cópia do Calendário Escolar;
3) Requerer cópia da ata da eleição do conselho de escola;
4) Requerer cópia da ata da eleição da APM – Associação de pais e Mestres;
5) Requerer cópia da escala de todos os funcionários da escola, inclusive dos professores (nome do professor; disciplina do professor; e os horários das aulas destes professores);
6) Requerer “vistas” (direito de olhar e analisar) do Livro de Atas do Conselho de Escola.
7) Requerer cópias dos desempenhos dos alunos nos últimos 5 (cinco) anos no Saresp – Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estão de SP.Isto serve para “avaliar” o desempenho da escola e acabar com o mito da “escola de excelência”.
Pela Lei de Acesso à Informação (lei federal 12.527 de 18/11/2011) não é mais preciso indicar no requerimento a “finalidade” (o motivo) dos requerimentos. Em SP já existe a Lei de Defesa do Usuário do Serviço Público de SP (lei estadual 10.294 de 20 de abril de 1999) que serve ao mesmo fim.
A partir destas informações já será possível identificar eventuais e irregularidades e/ou ilegalidades praticadas pela direção escolar.
Continua…
Mauro Alves da Silva

http://movimentocoep.ning.com/

Velhas virgens aprovam novo uniforme escolar em SP.

Escola expulsa alunas com roupas "sexy ou provocativa"...

Vejam aqui oque as “velhas virgens” consideram vestimentas “sexy ou provocativas”:

Vejam o desempenho da escolinha nota-zero alarico Silveira:

Escolinha nota-zero expulsa meninas por causa das roupas...

***
03/03/2012 – 08h06
Escola de SP barra alunas vestidas de forma ‘sexy e provocativa’

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DE SÃO PAULO

Hoje na Folha Um grupo de estudantes de 15 e 16 anos, na maioria mulheres, foi impedido de entrar na escola estadual onde estudam, na manhã de ontem (2). O motivo, segundo os alunos, era porque as meninas estavam vestidas de forma “muito sexy e provocativa” na visão da diretora do colégio, da zona oeste de São Paulo.

A informação é de Talita Bedinelli, publicada na edição deste sábado da Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha).

Professores e diretoras da escola Dr. Alarico Silveira, na Barra Funda, estavam no portão avaliando quem seria autorizado a entrar. Blusas justas e sutiãs coloridos foram argumento usado por diretora para punir estudantes.

A Secretaria Estadual da Educação afirmou, por meio de nota, que determinou que o episódio seja apurado em caráter de urgência. Depois disso, analisará as “medidas cabíveis”.

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