Escola Hélio Mota cobra R$ 85 por passeio…


Cremilda Estella Teixeira denuncia violência contra as crianças na Escola Estadual Helio Mota (SP), que estaria cobrando R$ 85 de cada criança para participar de um passeio… quem não pagar fica de castigo na escola, fazendo cópias…
Será que os assistentes sociais e psicólogos vão ser coniventes com os abusos das escolas contra os alunos?

Audiência Pública sobre o PL 863/2017, que obriga as escolas públicas estaduais de SP a manter um assistente social e um psicólogo nas suas dependências.

Divulgação: Movimento COEP – Comunidade de Olho na Escola Pública
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ESCOLA SEM FANÁTICO.


Movimento ESCOLA SEM FANÁTICO.
Porque a escola é lugar de debate científico.
Lugar de pregar só uma ideia é na igreja.

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Campanha eleitoral faz milagres em SP.

Campanha eleitoral faz milagres em SP.

O candidato/governador terá de fazer em 50 dias o que o seu secretário de educação não fez em 113 dias: visitar as escolas públicas e ouvir os alunos, as mães dos alunos, e a comunidade local. Será que vai dar conta do recado?

Somente após o inicio da campanha eleitoral é que o secretário de educação de SP resolveu ir a uma escola pública para conversar com alguns alunos… e isso aconteceu porque o atual governador sabe que precisa desesperadamente dos votos dos alunos e dos votos dos seus pais para continuar no Palácio dos Bandeirantes no ano que vem.

O secretário de educação de SP levou 113 dias para começar a visitar as escolas públicas, sendo que antes só ficava nos gabinetes ou visitava as diretorias de ensino para ouvir as reivindicações corporativistas… também ouvia alguns alunos que eram escolhidos pelas direções escolares para participarem destes encontros supervisionados.

Vale notar que nem o secretário João Cury e nem o governador Marcio França tiveram a coragem de ouvir as mães e os pais de alunos “no portão da escola”, longe dos olhares intimidadores das direções escolares… é no portão da escola que são ditas as maiores verdades sobre a real situação das escolas: eleições manipulas de grêmios e conselhos de escola; professores que desrespeitam os alunos; denúncias de abusos físicos e psicológicos contra os alunos; desvios de merenda e de verbas etc.

Pelas fotos publicadas, podemos notar que o encontro se deu “dentro da escola” e sob o olhar vigilante dos seguranças do governador ou de funcionários da escola. Neste ambiente, todas as falas acontecem sob “livre e espontânea pressão”.

Não dá pra fazer uma visita à escola como se faz uma visita na feira livre… não dá para comer um pastel, tomar um caldo de cana, beijar umas criancinhas e ir embora… Nas escolas é preciso ouvir o que as crianças, as mães e a comunidade local têm a dizer!

O candidato Márcio França descobriu que bajular as corporações que reinam nas falidas escolas públicas de SP não lhe trás votos, pois elas já estão comprometidas com candidaturas que boicotam a participação dos pais e que não aceitam nenhum tipo de fiscalização e nem controle social sobre o serviço público prestado pelas escolas.

O candidato/governador terá de fazer em 50 dias o que o seu secretário de educação não fez em 113 dias: visitar as escolas públicas e ouvir os alunos, as mães dos alunos, e a comunidade local. Será que vai dar conta do recado?

Por fim, informamos que não seria necessário visitar todas as 5 mil escolas; e ouvir todos os 3,5 milhões das escolas estaduais; e nem ouvir todos os 7 milhões de mães e pais das escolas públicas estaduais de SP para assumir um compromisso com eles: bastaria criar uma Ouvidoria do Aluno. Uma Ouvidoria que fosse independente da corporação; e que tivesse poderes para receber as reclamações dos alunos, mães, pais e comunidade escolar!

A sugestão da criação da Ouvidoria do Aluno já foi apresentada aos candidatos e governantes paulistas desde 1999. Mas tem muita gente que prefere dar o abraço dos afogados com a má corporação que reina nas escolas públicas… Quem é que vai desafiar a professorinha que mata aula, mas é parente do delegado, do promotor, do juiz, ou do político local?

Mais uma eleição geral. Mais um monte de candidatos que defendem o corporativismo e desprezam os alunos, as mães, os pais, a educação e a escola pública.

São Paulo, 17 de agosto de 2018.
Mauro Alves da Silva – Jornalista.
Presidente do Grêmio SER Sudeste – Promoção da Cidadania e Defesa do Consumidor.
Movimento COEP – Comunidade de Olho na Escola Pública.

Faz 50 dias que o secretário João Cury não ouve as mães dos alunos…


Faz 50 dias que o secretário de educação do Estado de São Paulo,
professor João Cury Neto, não ouve as mães dos alunos das escolas públicas de SP.
Seu recorde é de 50 dias.
***
Não adianta colocar o pezinho na escola a convite da diretora ou de um político interessado nos votas das corporação…
Queremos ver a coragem do secretário atender a um convite dos alunos ou das mães destes alunos; e ouvi-los no portão da escola, no intervalo de entrada e saída de turmas, longe do olhar vigilante e opressor das direções escolares.

São Paulo, 15 de junho de 2018.
Mauro Alves da Silva, jornalista.
Movimento COEP-Comunidade de Olho na Escola Pública.
movimentocoep.wordpress.com

O secretário João Cury está fugindo das mães dos alunos.


Todos os dias, o secretário estadual de educação, professor João Cury, passa longe das escolas públicas e evita ouvir reclamações das mães dos alunos.
O secretário está fugindo das mães e dos pais de alunos há 46 dias.
Existem mais de 5 mil escolas públicas estaduais em SP.
Mas o secretário João Cury é capaz de desviar-se de cada uma destas escolas quando vai diariamente à Secretaria Estadual ou a uma das 91 Diretorias de Ensino do Estado.
O Movimento COEP espera que o secretário João Cury valorize e promova a gestão democrática nas escolas públicas, nos seguintes termos:
“Estimular a participação e a consulta de profissionais da educação, alunos e seus familiares para a formulação dos projetos políticos-pedagógicos, currículos escolares, planos de gestão escolar e regimentos escolares, assegurando ainda, a participação dos pais e alunos na avaliação de docentes e gestores escolares”;

e também:
I – Articular uma equipe multidisciplinar para fortalecer o processo pedagógico nas unidades escolares;
II – Incentivar maior integração na relação família-escola;
III – Realizar reuniões de pais em horários que facilitem a sua participação;
IV – Garantir a periodicidade das reuniões do Conselho de Escola e APM – Associação de Pais e Mestres, assegurando o mínimo de quatro reuniões anuais, sendo duas por semestre;
V – Realizar cursos de formação de conselheiros escolares e sobre o papel dos Conselhos para a comunidade escolar;
VI – Fortalecer o acompanhamento e o monitoramento do acesso, da permanência e da aprendizagem dos alunos, em colaboração com as famílias, órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, adolescência e juventude, entre outros;
VII – Promover e fortalecer ações, visando à integração entre escola, família e comunidade.

Estas propostas foram tiradas do Plano Municipal de Educação do Município de Botucatu/SP (lei municipal 5710 de 2015), assinada por um tal prefeito de nome João Cury… seria um parente distante do atual secretário estadual de educação João Cury Neto?

São Paulo, 10 de junho de 2018.
Mauro Alves da Silva – Jornalista
Movimento COEP 0 Comunidade de Olho na Escola Pública.
http://www.movimentocoep.wordpress.com