Ação dos professores estimula bullying entre estudantes

Para o professor titular da PUC-RS e autor do livro “Bullying, Mais Sério do Que Se Imagina”, em parceria com Michele Reis da Silva, Pedrinho Guareschi, essas agressões podem ser explicadas pelas práticas de dominação e violência que partem do próprio educador em sala. “Em escolas onde há rigidez na disciplina, os alunos muitas vezes, incorporam esta violência”, afirma.

O especialista ressalta que outra explicação para este comportamento pode estar na violência vivida dentro de casa e vingada na escola. Ele diz que a saída para este problema está no diálogo aberto entre educadores e alunos, por meio de exibição de filmes, por exemplo.

Leia o artigo completo na Folha Online de 12/04/2010

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2 Respostas para “Ação dos professores estimula bullying entre estudantes

  1. ACABEI DE RECEBER MAIS UMA AMEAÇA DE MAIS UM “ALUNO” TRAFICANTE PORQUE RESOLVI PROTEGER OS ALUNOS DE VERDADE E ESTOU ATRAPALHANDO OS NEGÓCIOS DESSE BANDIDO. O MAURO NÃO VAI PUBLICAR ISSO, PORQUE ELE DEFENDE OS “ALUNOS” BANDIDOS E NÃO TÁ NEM AÍ PARA OS ALUNOS DE VERDADE.

  2. Cenas de violência foram registradas em uma escola do interior de Minas Gerais, em Ituiutaba. Mas um professor no Rio de Janeiro já viu coisa pior. “Um dia fui agredido por um aluno, tomei uma ‘banda’, fui ao chão”, afirmou. “Um dos rapazes ficou incomodado, se sentiu ofendido e me deu uma cabeçada e abriu o meu supercílio. Sangrou.”
    Na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de março, mais um caso banal de violência em escola foi registrado. Depois de uma briga no pátio, a diretora chama a mãe de um aluno de 12 anos para conversar. O menino agride a diretora, quebra as janelas da escola e a mãe dele ainda arranca a fiação da secretaria para impedir que a polícia seja chamada. Nos registros de violência, há até o caso em que um professor de educação física foi morto.
    “O grau de letalidade, o grau de gravidade dessas violências, elas estão cada vez mais severas”, disse Renato Alves, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP).
    Em Uberaba, um rapaz de 16 anos levou uma facada na porta da escola, terça-feira passada (6), ao defender um primo que vinha sendo ameaçado pelos colegas. Em Sobral, no Ceará, um adolescente levou um tiro dentro da sala de aula depois de discutir com um aluno. Em Marília, no interior de São Paulo, três bombas explodiram numa escola em menos de uma semana. Um menino de 13 anos perdeu um dedo da mão.
    “Esse sistema de escola está falido. Ou se muda ou a gente não vai ter mais porque educar essas crianças nesse modelo de escolarização. Porque onde você tem violência, não tem aprendizado”, declarou Renato Alves.
    “Nós tivemos alunos atirando dentro da escola e nós tivemos que sair correndo com a criançada, colocar para baixo de uma mesa”, contou a professora Maria de Fátima Colman. “A gente no recreio não dava para sair, tinha que ficar na sala por causa das gangues que a gente tinha medo de encrencar com a gente”, disse Avelina Aparecida Cardoso, de 13 anos.

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