Isso poderá acontecer com sua filha

Professor é acusado de humilhar aluna em aula
Pais de estudante de 15 anos de Sorocaba dizem que garota, chamada de ‘songamonga’, teve de passar por tratamento psicológico e deixar escola estadual

Estadão.com.br – 15 de junho de 2010 | 0h 00
José Maria Tomazela, SOROCABA – O Estado de S.Paulo

A família de uma estudante de 15 anos denunciou um professor da Escola Estadual Genésio Machado, em Sorocaba, pela prática de violência verbal e intimidação contra a aluna. De acordo com a mãe da garota, Viviane Aparecida Barbieri Vicentini, durante uma aula, no início do ano, o professor ofendeu a menina, referindo-se a ela como “songamonga” e “morta”. Como a aluna reclamou do tratamento, passou a ser perseguida pelo professor.
Segundo a mãe, um dia a estudante voltou para casa chorando por ter sido mandada à diretoria, apenas porque não sentara direito na cadeira. “Ela dizia que o professor estava pegando no seu pé e implicando com qualquer coisa.” Viviane e o marido, que é professor da rede estadual, procuraram a direção da escola. Segundo a dona de casa, a opção oferecida foi de transferência para outra classe, mas ela não concordou. “Não queria que minha filha fosse transferida para uma turma mais fraca.” De acordo com os pais, não havia registro de advertência contra a aluna na diretoria.
Mesmo assim, no boletim referente ao primeiro bimestre, a aluna teve falta nas 51 aulas da disciplina do professor e zerou todas as notas.
“Interessante que em outras disciplinas ela teve presença e recebeu notas”, disse a mãe.
Leia notícia completa aqui

Curiosidade: O Portal G1 divulgou a mesma reportagem com o seguinte título:
Pais denunciam professor por ofensa no interior de SP
Mestre é acusado de chamar aluna de ‘songamonga’ e ‘morta’. (leia aqui)
O Portal G1 (da Rede Globo de Televisão), além de chamr o professor de “mestree” (sic), ainda fez questão de divulgar: “Um professor da escola, que não quis se identificar, defendeu o colega que, segundo ele, é um professor rígido, mas incapaz de ofender um aluno”.
Mas o Portal G1 não divulgou a seguinte parte da reportagem do Estadão:
Violência simbólica. A socióloga Miriam Abramovay, coordenadora da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana e especialista em violência nas escolas, disse que, a confirmar a versão da mãe, ocorreu o que ela classifica de violência simbólica. “Existe uma relação de poder, na qual o professor é a figura mais forte e usa da violência verbal contra o lado mais fraco.” Segundo ela, o que torna o caso incomum seria a reação da aluna ao se sentir ofendida. “Normalmente os alunos são xingados e não reagem.”

São Paulo, 15/06/2010
Mauro Alves da Silva
Autor da cartilha COMO EDUCAR MEU PROFESSOR EM 10 LIÇÕES.

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