Professora portuguesa ameaçando alunas e seus pais

As professorianhas-santas-abnegadas de Portugal também estão contra o celular nas escolas. Lá eles chamam de telemóvel (sic).
Por que será?
Parte da resposta pode ser vista nessa reportagem que as TVs brasileiras não mostraram:
Professora suspensa por falar sobre orgias sexuais a alunos (Portugal, maio de 2009)

Uma professora da Escola Básica 2,3 Sá Couto, de Espinho, está suspensa e enfrenta um processo disciplinar depois de ter declarado perante uma turma que duas alunas não eram virgens, e de sugerir represálias em caso de queixa aos pais.

Uma professora da Escola Básica 2,3 Sá Couto, de Espinho, está suspensa e enfrenta um processo disciplinar na sequência de alegadas alusões a orgias sexuais, durante uma aula, gravadas em áudio por uma educanda.

A presidente do Conselho Executivo da escola, Noémia Brogueira, disse hoje à Lusa que adoptou aqueles procedimentos contra a professora na sequência das queixas que recebeu «recentemente» dos pais de alunas da turma.

A conversa em causa foi gravada por uma aluna e foi transmitida esta segunda-feira pela SIC.

Na gravação, a professora agora suspensa é ouvida a declarar perante a turma que duas alunas não eram virgens, humilhando-as e advertindo contra qualquer tentativa de queixa aos pais.

A professora é ainda ouvida a descrever actos sexuais em detalhe e de forma grosseira, perante alunos com idades entre os 12 e os 14 anos.

Entretanto, Noémia Brogueira explicou que já foi designado um inspector para o processo disciplinar e disse esperar que o caso seja «rapidamente» esclarecido.

A Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) confirmou, através de um seu porta-voz, que está ao corrente dos factos, confirmou a suspensão da professora mas não adiantou esclarecimentos adicionais em tempo útil.

O presidente do Associação de Pais, José Carvalhinho, disse não ter sido informado do caso.

***
Veja mais aqui:
Professora fala de sexo na aula (Portugal, 19/05/2009;
Reportagem na Escola de Espinho
Josefina Rocha, professora de história, ficou associada a declarações polémicas, mas para alguns pais a situação era surpreendente.

Entretanto, avança também hoje o Jornal de Notícias (JN), que existem dois inquéritos disciplinares a correr em simultâneo – à professora e à direcção da escola, por alegado encobrimento do caso, uma vez que já haveria queixas relativas a Josefina Rocha que datavam de há três anos“. (A professora diz que vai processar as alunas… leia aqui.)

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