Vagas para faxineiras. R$ 1.200,00. Tratar com Ana Paula Padrão.

Vagas para faxineiras. R$ 1.200,00. Tratar com Ana Paula Padrão (TV Record).


Estreiou mais uma ficção da TV Record. O telejornal Jornal da Record está divulgando que uma faxineira ganha mais do que uma professora. em SP, uma faxineira ganharia R$ 1.200,00 contra R$ 1.187,00…
Sendo assim, sugerimos que todas as faxineiras que recbem apanas o salário mínimo (R$ 545,00) procurem os jornalistas Ana Paula Padrão e Celso Freitas para que eles indiquem onde é que estão estas “maravilhosas” vagas que pagam R$ 1.200,00 para faxineiras…
O salário das professoras em SP é de R$ 1.900,00 mensais para jornada de 40 horas semais… mais uma sérei de grtificações e salários extras… e tem até bônus para professores de escolas nota-zero.

Primeira ficção da série “Mestres do Brasil”:
O jornalista Celso Freitas fla das dificuldades dos professores. Mas ignora completamente que esta é uma das profissões mais fáceis de ser mau feita, pois ninguém fiscaliza nem avalia o trabalho das professorinhas-santas-abnegadas.

Segunda ficção da série “Mestres do Brasil”:
A jornalista Ana Paula Padrão fala em “2 milhões de professores em todos os cantos do país” [80% mulheres]! Mas ignora que pelo menos 600 mil professores não tem nem mesmo a quarta-sériee do ensino fundamental. Muitos não poderiam ser chamdos de “professores”.

Terceira ficção da série “Mestres do Brasil”:
O repórter Luis Gustavo confunde o curso de pedagogia com o de formação de professores [licenciatura]. Ele deveria ouvir o que os coordenadores pedagógicos têm a dizer sobre os professores, professors mal formados, que não conversam entre si, que não seguem a proposta educacional da escola, e que não aceitam enhum tipo de avaliação sobre os seus péssimos serviços.

Terceira ficção da série “Mestres do Brasil”:
O presidente do MMovimento Todos Pela Educação já comprou o discuros corporativista, o discurso cas “corporações de ofício da Idade Média”. Comparar a diferença entre um “cirurgião e um dermatologista” com a diferença entre “um professor de química e um de geografia”. No primeiro caso é uma questão de perícia técnica. No segundo caso é um mero arranjo corporativo para garantir empregos para determinadas carreiras.
Vejma que um professor formado em “Letras”, por exemplo, está habilitado a lecionar “lingua portuquesa” e uma língua estrangeira”. Mas a corporação, os sindicatos, impedem que este professor ensine as duas disciplinas na mesma escola.
Outro caso exemplar está na área de Ciência Exatas. Um professor de Matemática tem formação básica em Química e Física. Mas não pode ensinar as outra matérias em uma mesma escola pública brasileira. Os professores de Física e Química se encontram na mesma situação.
Outro exemplo: um bacharel em Direito habilita-se a ensinar Lingua Portuguesa e História. Mas, novamente, os sindicatos não permitem que estes profissionais ensime estas matérias nas escolas públicas brasileiras. Este é o espírito das antigas corporações de ofício da Idade Media.

Quarta ficção da série “Mestres do Brasil”:
A reportagem alega baixos slários. Professora ganharia R$ 1,187,00 e faxineira ganahria R$ 1.200,00. Cita o exemplo de uma professora que trabalha 13 horas por dia, em 2 escola da periferia de SP, para tirar “pouco mais de R$ 3 mil”. Com uma calculadora simples, o inteligentíssimo repórter já poderia divulgar que a professora ganha, em média, R$ 1.500 em cada escola!

Quinta ficção da série “Mestres do Brasil”:
A reportagem continua… A professora “dá aula” (sic) para quese 200 alunos.
Em primeiro lugar, a professor “vende aulas”, pois ela recebe salário para isso.
Em segundo lugar, é preciso saber se ela conece cada um dos seus 200 alunos. “para bem educar as crianças é preciso amalas” (Santo Marcelino Champagnat ). Se não é possível ensinar a quem não se ama, como ensinar a quem nem ao menos se conhece pelo próprio nome?
Desafiamos cada professor a dizer, de cabeça, o nome de cada um de seus alunos.

Quinta ficção da série “Mestres do Brasil”:
Não adianta dizer que o professores vem das classe C e D. a realidade é que o professores são fromados pelos vinte por cento dos piores alunos. Eles são “formados” em péssimas escolas públicas de ensino básico, e cursam péssimas facudades. mas este círculo vicioso interessa a quem tem seus filhos nas escolas particulares, pois não haverá concorrência para entra nas melhores faculdades e nos melhores empregos.
Outra questão grave: não dá para dizer que a escola pública é um cabidão de emprego para os filhos das famílias pobres. Veja que tem muitas famílias da classe média enganando diariamente nas escolas pública brasileiras.

Finalizando, não vemos a hora dos jornalistas Ana Paula Padrão e Celso Freitas divulgarem as pesquisas fantasiosas dos sindicatos das professoras; aquelas pesquisas que só falam da violência dos alunos; aquelas pesquisas de ficção escolar que omitem o sadismo de funcionários, professores e direções escolares contra nossas crianças que diariamente sofrem nas escolas públicas brasileiras.

“Na escola pública do Brasil, só quem gosta de aluno é a cantineira”.

São Paulo, 11 de abril de 2011
Mauro Alves da Silva
Coordenador do Movimento Comunidade de Olho na Escola Publica
http://MovimentoCOEP.ning.com/

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