Escola pública é lugar onde criança chora e a mãe não vê.

Escola pública é local onde a criança chora e a mãe não vê.


Mais uma tragédia nas escolas públicas brasileiras…
Uma criança de 10 anos atirou na professora de português e depois se suicidou com um tiro na cabeça… O caso aconteceu na escola municipal Alcina Almeida Feijão (São Caetano do Sul-SP)…

As informações são contraditórias… dizem que a professora era rígida… dizem que o aluno não gostava da professora… dizem que o aluno sofria gozações dos colegas por ser deficiente (mancava ao andar)… a secretaria municipal de educação de SCS informou “que o aluno ###, 10 anos, do 4º anos C, não apresentava problemas de comportamento ou agressivo, não havendo nada que o desabonasse. Além disso, a professora de Português, Rosileide Queiros de Oliveira, 38 anos, nunca levou ao conhecimento da coordenação pedagógica ou direção da escola problemas de relacionamento dela com o aluno ou do comportamento do aluno em sala de aula” (leia aqui).

Sem uma avaliação cuidadosa, corremos o risco de comprar o discurso fácil dos fanáticos e radicais que detestam crianças, que querem transformar as escolas públicas em cadeias e tratar nossas crianças como bandidas, ignorando-se completamente a situação de abandono das nossas crianças nas escolas públicas, onde as crianças choram e suas mães não vêem.

Foi lamentável ver sindicatos oportunistas divulgando suas pesquisas fajutas sobre a violência escolar… pesquisas sempre ignorando os casos de agressões físicas e verbais praticadas por funcionários e professores contra alunos, pais e comunidade… e a imprensa dando trela para estas pesquisas fajutas…

Outra grave precipitação da imprensa foi divulgar que a escola municipal de ensino fundamental e médio Alcina Almeida Feijão seria uma escola modelo (sic), apresentando a nota da escola no IDEB-2009 e também a nota no ENEM-2010: “De acordo com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio 2010 (Enem), a escola de São Caetano é a melhor instituição de ensino público e não técnica de São Paulo” (“SP: escola onde aluno baleou professora é modelo no Estado”, Portal Terra – 23-09-2011).
Em primeiro lugar, é importante destacar que a escola Alcina Almeida Feijão é um escola excludente, pois realiza um “vestibulinho” para selecionar os alunos para o 1° ano do ensino médio.

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