Prêmio IgNóbil de Direitos Humanos na Educação 2014.

A Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) foi a grande vencedora do Prêmio IgNóbil de Direitos Humanos na Educação 2014.
Os estupros, as humilhações e as práticas racistas dentro desta unidade educacional somente foram possíveis pela cumpricidade de alunos, ex-alunos, professores e dirigentes, seja por ação seja por omissão. A cultura autoritária impera em quase todas as instituições educacionais do Estado de São Paulo.

A premiação é patrocinada pela Academia Real de Ciências Ocultas de Piratininga.
Os agraciados com o Prêmio IgNóbil de Direitos Humanos na Educação 2014 recebem cópias das seguintes publicações:
– Estatuto da Criança e do Adolescente;
– Declaração Universal dos Diretos Humanos;
– Lei Maria da Penha; e
– Declaração de Genebra:

DECLARAÇÃO DE GENEBRA

Aprovada pela 2ª Assembleia Geral da Associação Médica Mundial, Genebra, Suíça, setembro de 1948

e alterada pela 22ª Assembleia Médica Mundial, em Sydney, Austrália, agosto de 1968

e pela 35ª Assembleia Médica Mundial, Veneza, Itália, outubro de 1983

e pela 46ª Assembleia Geral da Associação Médica Mundial, Estocolmo, Suécia, setembro de 1994

e revisada na 170ª Sessão do Conselho, Divonne-les-Bains, França, Maio de 2005 e

na 173ª Sessão do Conselho, Divonne-les-Bains, França, Maio de 2006

“NO MOMENTO DE SER admitido como membro da profissão médica:

EU JURO SOLENEMENTE consagrar a minha vida a serviço da humanidade;

EU DAREI aos meus professores o respeito e a gratidão que lhes são devidos;

EU PRATICAREI a minha profissão com consciência e dignidade;

A SAÚDE DE MEU PACIENTE será minha primeira consideração;

EU RESPEITAREI os segredos confiados a mim, mesmo depois que o paciente tenha morrido;

EU MANTEREI por todos os meios ao meu alcance, a honra e as nobres tradições da profissão médica;

MEUS COLEGAS serão minhas irmãs e irmãos;

EU NÃO PERMITIREI que concepções de idade, doença ou deficiência, religião, origem étnica, sexo, nacionalidade, filiação política, raça, orientação sexual, condição social ou qualquer outro fator intervenham entre o meu dever e meus pacientes;

EU MANTEREI o máximo respeito pela vida humana;

EU NÃO USAREI meu conhecimento médico para violar direitos humanos e liberdades civis, mesmo sob ameaça;

EU FAÇO ESTAS PROMESSAS solenemente, livremente e pela minha honra.”

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